<BGSOUND SRC="http://attambur.com/Service/RaoKyaoDancaDosMontes.mp3 " LOOP="INFINITE"> http://www.angelfire.com/ny/dianaclaire/images/nocturne3.mid OBJECTIVA_DA_ALMA: 11/05/05

Saturday, November 05, 2005
















Flor sulcada
Pegadas no tempo
De erosão granulada,
Carregadas de estória,
Que o mar apaga,
Num momento...
Vítimas da raiva,
Que a maré expulsa
Ora abenegada
Ora com repulsa
...














Mar
Calmo e forte














As rochas
Seguras de si,
Numa pose esfíngica,
Paciente e firme,
Sem amarras ou acção.
Sentindo no mar a protecção.
O albergue esperado;
O refúgio do vento agreste;
Um lugar que é o seu,
Desde a despedida.
Aconchegante e húmido,
Sonham renascer nele,
Pulsantes e plenas de vida.















O mar,
Desfila em ondas,
Soltas vivas,
De branco vestidas.
Inunda as rochas,
Lentamente...
Jogos de vai e vem,
Motores da mente...
Carregam vontades
Esquecidas,
Vindas das entranhas,
Lembranças...
De verde vestidas...

Olhar perdido
Zonzo de cansaço
Enlaça-me
Envolve-me
Eleva-me no espaço

A tua luz
Tenho comigo
Guardada no peito
Onde a abrigo











O sol escolhe o leito
No prateado das ondas
Que o embalam risonhas
Saltitantes e medonhas.
Ouve embebecido a musica...
Trauteada pelas musas
De formas algo difusas
Na passerele das cores













De um prateado sádio,
Que ajuda a ser pastel,
Vai olhando embebecido
O leito amigo e fiel...














Desliza no seu regaço
Cansado cor de melaço
De olhar triste desmedido
Ao encontro do espaço


A escuridão cerca-me
Em vão penetro as sombras
Vejo pegadas
Tuas?... Deles?....
Disfarçadas
Caminhos paralelos
Outros destinos
Outras caminhadas.
O tempo urge
O sol escapa
O fim de mais uma etapa.














Escurece.
O sol pôs-se.
As ondas inundam uma areia sequiosa e quieta

final de tarde
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